RITA LOBATO
1867-1954
VELLE EST POSSE
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A 'história contada' aqui neste, foi baseada em 3 fontes principais: uma fonte primária fidedigna foi a neta de RITA LOBATO com quem conversei horas a fio em várias visitas que lhe fiz em sua casa em Rio Pardo. Seu nome era Maria Antonieta Velho Amaro da Silveira, minha amiga e de minha mãe (que acompanhou todas as nossas conversas), que morava em Rio Pardo. Maria Antonieta faleceu no ano de 2000, 2 anos depois que começou a me contar as histórias da avó Xana, apelido dado a 'vó Rita'. Antonieta era poeta, irmã de Auta Teresa e de Antônio Maria, também nosso amigo, além de primo. A segunda fonte que utilizei, é secundária. Trata-se do livro em forma de biografia sobre Rita Lobato, escrito nos anos 50 atrás pelo médico e historiador Dr. Alberto Silva que, indignado com o fato de ninguém ainda ter reconhecido e escrito sobre a Primeira Médica Brasileira já nos idos dos anos 50, viajou para o sul do Brasil e, convivendo diretamente com Rita Lobato já octagenária, escreveu este livro com muita paixão e interesse em comprovar que a primeira médica brasileira formada em solo brasileiro em 1887, foi realmente RITA LOBATO. E por fim, a terceira fonte e de certa forma primária, foi o MEMORIAL FACULDADE DE MEDICINA DA BAHIA, localizado no Terreiro de Jesus no Pelourinho, em Salvador da Bahia. Viajei especialmente para a 'Bahia de todos os Santos' para conhecer a Faculdade onde Rita estudou e o seu Diploma que está pendurado em local de destaque na entrada do Memorial. Lá conheci também a tese 'PARALELO ENTRE OS MÉTODOS PRECONIZADOS NA OPERAÇÃO CESARIANA A atitude do Dr. Alberto Silva foi louvável, pois saiu de sua terra natal para homenagear nossa 'Rita gaúcha' e até o ano de 2000 quando publiquei a primeira edição deste site que agora está em 2ª edição, não tive o conhecimento de mais nenhum livro publicado sobre a trajetória de Rita. Alguns possíveis equívocos, inerentes a qualquer obra de referência desta natureza, que por ventura ocorreram neste livro de Alberto Silva no que toca a sobrenomes e lugares, são facilmente desculpáveis e não comprometem, de forma alguma, os fatos nem a história contada no livro, fato que a Maria Antonieta, neta de Rita, ainda viva na época em comecei a estudar para produzir este modesto site, também concordou....A Faculdade de Medicina da Bahia é a mais antiga do Brasil e foi criada em 1808 por D.João VI. No ano passado completou 200 anos....(texto de nádia raupp meucci) |
'...3
famosas parteiras romanas: Cleópatra, Salpe e Lais exerceram ilegalmente a
medicina na Cidade Antiga e possuíam algumas noções apenas de patologia... As
universidades de Salermo e de Paris aprovaram mulheres-cirurgiãs,
concedendo-lhes direito profissional. Um famoso édito de 1311, já no século 14,
permitia em Paris que as mulheres fizessem exames para cirurgias e exercessem,
portanto, de seguida, esta profissão.' (Silva, Dr.
Albeto. A Primeira Médica do Brasil. Rio de Janeiro, Irmãos Pongetti Editores,
1954. p.12-3)
à 'prima Rita' ....
Rita Lobato era
prima-irmã de minha bisavó materna, Clara Virgínia Terra de Campos Velho
Raupp....
Em minha infância, ouvi sempre minha mãe falar na 'prima Rita'....e em como ela
praticava a medicina: em cima de uma mula, de casa em casa...tinha um peão que a
ajudava...Rita Lobato "praticava a caridade", exatamente como a mãe lhe pedira
em leito de morte.
Dra. RITA LOBATO VELHO LOPES, a Primeira Médica Diplomada em território
brasileiro e em faculdade brasileira, pela Faculdade de Medicina da Bahia, em 12
de dezembro de 1887...na primeira Faculdade de Medicina do Brasil, criada em
1808 por D. João VI.
Em 1967, a Empresa
Brasileira de Correios e Telégrafos lançou um selo comemorativo ao centenário do
nascimento de RITA LOBATO. Ganhei o selo de minha mãe e iniciei minha coleção de
selos. Não cheguei a ser uma filatelista, entretanto uma amadora compenetrada
que não perdia o dia de lançamento de selo nacional. A prima Rita integrava
minha pequena coleção. Através dos selos, é possível fazer uma 'filme
retrospectivo' de um país.....
Rita Lobato foi também a Segunda Médica Diplomada em Medicina na América Latina.
A primeira, foi a chilena Eloísa Diaz Inzunza, diplomada em 20 de novembro de
1886, portanto 1 ano antes de Rita.

Faculdade de Medicina da Bahia
esquina Terreiro de Jesus e rua Alfredo de Brito

chafariz de ferro no Terreiro de Jesus em frente a Faculdade de Medicina da Bahia
Quando D. João VI veio para o Brasil em 1808, assinou um documento em 18 de fevereiro deste ano, criando a Escola de Cirurgia da Bahia no antigo Hospital Real Militar da Cidade de Salvador, que ocupava o prédio do Colégio dos Jesuítas, construído em 1553 no Terreiro de Jesus, vizinhanças do Pelourinho. Passou a chamar-se Academia Médico-Cirúrgica a partir de 01 de abril de1813 e em 03 de outubro de 1832, Faculdade de Medicina, como é chamada até hoje.
Como disse Lilia Moritz
Schwarcz, ´´vários historiadores têm procurado entender a
originalidade da monarquia brasileira vinculando-se à chegada da família real ao
Brasil em 1808. De fato, é no mínimo inusitado pensar numa colônia sediando a
capital de um império. Chamada por Maria Odila Leite da Silva Dias de a
''internalização da metrópole'', a instalação no Brasil da corte portuguesa, que
fugia das tropas napoleônicas, significou não apenas um acidente fortuito, mas
antes um momento angular da história nacional e de um processo singular de
emancipação. Fuga ou golpe político, o fato é que com D. João e sua família, e
contando com a ajuda inglesa, transferiam-se para o país a própria corte
portuguesa - cujo número estimado de pessoas chegava a 20 mil, sendo que a
cidade do Rio possuía apenas 60 mil almas - e várias instituições
metropolitanas. Mas não era só: comerciantes ingleses e franceses, artistas
italianos e naturalistas austríacos vinham junto com os baús.Difícil imaginar
choque cultural maior.'' (Schawarcz, Lilia Moritz. As
Barbas do Imperador: D.Pedro II, um monarca nos trópicos. São Paulo, Cia das
Letras, 1998. p.35-6.)
Rita nasceu prematuramente 'de 7
meses'...era 7 de junho de 1866. Seus pais chegavam a São Pedro do Rio Grande,
no Rio Grande do Sul. Ainda há uma dúvida referente a data de seu nascimento.
Entretanto, em seu diploma de formatura (exposto na Faculdade de Medicina da
Bahia) consta 9 de junho de 1867. Era filha de Francisco Lobato Lopes e Rita
Carolina Velho Lopes. Seu pai era filho de Manuel Antonio Lopes (de Portugal) e
de Joaquina Correia Lopes (do Rio Grande do Sul). Sua mãe era filha de Mathias
José e Luciana Francisca, que viviam na Fazenda Santa Vitória nos arredores de
Rio Pardo, onde Rita Lobato se casou com Antonio Maria Amaro de Freitas em 1889,
dois anos depois de sua formatura. A Fazenda Vitória permanece com
descendentes até hoje, mais de 200 anos depois. Rio Pardo é uma das cidades mais antigas e históricas do Rio Grande do
Sul. Ocupava mais da metade do Estado e dali nasceram mais de 200 municípios
gaúchos.

acervo pessoal de Antônio José
de Souza Aguiar, Rio de Janeiro
''Minha filha, se
fores médica algum dia praticas sempre a caridade.''
(recomendação de Rita Carolina à
filha Rita Lobato, que morreu antes de sua formatura)
(Silva, Dr.
Alberto, p.111)
Para conseguir obter o
diploma em Medicina, Rita lutou contra todas as restrições da época. Mas, graças
a sua vontade férrea e determinação, formou-se em 4 anos em um curso que levava
6. Sempre apoiada pelos pais, matriculou-se primeiramente na Faculdade de
Medicina do Rio Janeiro, onde seu irmão mais moço cursava Farmácia. Incomodada
pela antipatia de alguns professores com relação a seu irmão, Rita resolveu
transferir-se para Salvador da Bahia. Exatamente por este motivo, Rita acabou
cursando a Faculdade em tempo recorde e se doutorando, após uma luta pertinaz,
antes de suas duas colegas gaúchas que também estudavam Medicina na Faculdade do
Rio de Janeiro.
Infelizmente sua mãe falecera do
parto de seu irmão caçula, 4 anos antes de sua formatura. Seu pai viúvo, viajou
com os filhos para a Bahia, a fim de apoiar e ajudar sua filha tão querida. Rita
prometeu a sua mãe no seu leito de morte, que ninguém morreria no parto, em suas
mãos. O pai levava a filha todos os dias para a Faculdade de Medicina. Ficava
sentado em frente, na praça....esperando. Quando acabavam as aulas, o pai estava
na frente da porta da faculdade, esperando a filha, para levá-la para casa.E
assim foram todos os anos até Rita se formar.

diploma de formatura de RITA LOBATO
(acervo Memorial Faculdade de Medicina da
Bahia)
Rita Lobato Freitas...
assim passou a escrever seu nome depois de casada com Antonio Maria Amaro de
Freitas em 1889, dois anos depois de sua formatura. Antonio Maria faleceu em
1926 e Rita, em 1954 com quase 90 anos, tendo exercido a medicina até quase
1940. Antonio foi seu namorado desde os tempos de escola , residente também em
Pelotas onde Rita vivia com a família. Antonio Maria formou-se em Direito no Rio
de Janeiro.
Depois de formados, Rita e Antonio voltaram ao Rio Grande, onde se casaram e
viveram. Tiveram somente uma filha, Isis. Isis casou-se com Mario Amaro da
Silveira e tiveram 3 filhos, Antonio Maria, Auta Teresa e Maria Antonieta, todos
falecidos.
Maria Antonieta Velho Amaro da Silveira era poeta... desconhecida do grande público em geral, mas conhecida entre nós. Era minha amiga. Faleceu em 2001. Neta de RITA LOBATO. O poema A CASA me foi cedido por ela, especialmente em novembro de 1998 para integrar o Projeto ERA UMA VEZ UMA VEZ UMA CIDADE ...
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A
CASA |
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RITA LOBATO,
mulher, médica, doutora, cientista, humanista, conduziu-se sempre com dignidade
e sensibilidade. Era delicada, gentil, suave, sensível...sempre estudiosa, desde
pequena. Admirada e apreciada por seus 13 irmãos, entre eles, 2 médicos, 1
dentista e 1 farmacêutico. Era de uma inteligência rara e beleza invulgar, como
disse o médico e historiador baiano em seu livro.
Os olhos eram azuis, muito claros....
Indignado, ao que pareceu....Dr. Alberto Silva, médico e historiador baiano,
veio especialmente de Salvador nos anos 50 e diante da inexistência de obra de
referência sobre a vida e obra da Primeira Médica Brasileira, escreveu o livro
biográfico sobre Rita Lobato, a fim de corrigir um erro cometido na imprensa do
Rio de Janeiro, que dava o título de Primeira Médica Brasileira à outra médica
que se formara um ano depois de Rita....O incansável médico baiano, idealista,
saiu de sua terra natal e viajou ao sul do país - Rio Grande do Sul - com a
ajuda da Universidade da Bahia, para então realizar um trabalho exaustivo de
pesquisa a fim de devolver e confirmar publicamente o justo título de 'primeira
médica brasileira' à RITA LOBATO. Ele foi incansável em sua pesquisa na
procura de subsídios para provar o que afirmava, reconstruindo magnificamente a
personalidade de Rita. Acabou ampliando o plano inicial de sua obra que se
estendeu a outros países da América Latina, uma vez que tornou-se um estudo
completo sobre todas as médicas pioneiras na América Latina.
Muitas mulheres foram estimuladas a cursar a Faculdade , quando em 19 de abril de 1879, através da Reforma Leôncio de Carvalho, o Decreto 7247 - artigo 24 de seu Regulamento, conferiu '''a liberdade e o direito de a mulher freqüentar os cursos das Faculdades e obter título acadêmico.'' (Silva, Dr. Alberto, p.52).

(acervo Memorial Faculdade de Medicina da Bahia)
PARALELO ENTRE OS MÉTODOS PRECONIZADOS NA OPERAÇÃO CESARIANA, foi o
título da Tese apresentada à Faculdade de Medicina da Bahia, com a qual Rita
obteve o grau de Doutora em Medicina, em 10 de dezembro de 1887.

(acervo Memorial Faculdade de
Medicina da Bahia)
Rita iniciou a prática da profissão clinicando em Jaguarão, recém casada, onde permaneceu por quase dois anos. Mas inteligente, saiu para o mundo a estudar e de volta ao Rio Grande em 1910, passa a clinicar nos arredores de Rio Pardo, agora com domicílio na Estância Capivari. Rita praticou a caridade homenageando sua mãe que morreu de parte. Prestou serviços gratuitos. Forneceu medicamentos gratuitos. Esqueceu de si mesma. Atendeu a todos os chamados que lhe bateram à porta. De 1910 a 1925, exerceu intensamente a clínica domiciliar. Já com quase 60 anos, encerrou sua atividade profissional. Em 1926 perdeu seu marido, companheiro dedicado por 37 anos. Doou seus aparelhos ao hospital local e ingressou na vida política encontrando terreno propício por seu temperamento, tentando esquecer sua mágoa pela morte de Antonio Maria e procurando ajudar as dificuldades da cidade onde clinicou por tanto tempo, sendo testemunha das dificuldades de seu povo. Militou no Partido Libertador. Septuagenária, foi eleita vereadora pelo Partido Libertador por Rio Pardo, representando a vereança com mesma dignidade e eficácia que praticou a Medicina.. O ''golpe'' de 1937, acabou com sua militância política, mas mesmo assim continuou sendo Presidente de honra do Comitê Feminino Pró-Candidatura Darcy Porto Bandeira, em favor ao seu conterrâneo à Prefeitura de Rio Pardo. Afastou-se da vida política no final da década de 1950. Passou a viver no centro da cidade de Rio Pardo com os familiares onde ficou até 1950. De 1950 a 1952 viveu em Porto Alegre, voltando para Rio Pardo em 1952 e falecendo em 1954.
Esta foi RITA LOBATO ...destemida ...uma Mulher arrojada, despojada, determinada e persistente, que alcançou seu objetivo, sem medir conseqüências, ultrapassando todos os obstáculos. Venceu a todos, sobressaindo-se imediatamente no ambiente de suas relações em Salvador. Inteligente, não fazia apontamentos em aula. Ouvia com plena atenção todos os ensinamentos e mais tarde, já em casa, repassava para o papel tudo o que ouvira em aula, consolidando o que aprendia. Passava a maior parte do tempo na Biblioteca da Faculdade. Seu pai esteve sempre por perto. Foi morar em Salvador da Bahia, junto com a filha, para que ela pudesse cursar a Medicina sem maiores problemas, em uma época em que tudo ainda era proibido para a 'mulher'...o que logo viria a mudar.
RITA LOBATO
honrou a profissão, honrou sua terra natal e serviu à comunidade. Praticou a
caridade como prometeu à sua mãe e si mesma, muito antes de sua mãe lhe pedir em
leito de morte. Despojada, firme, determinada e destemida...e ao mesmo tempo,
meiga, suave, leve , querida por todos e de todos...Apaixonada pela profissão,
pelas pessoas, pela Bahia...pelo Rio Grande...
Com sua simplicidade e despojamento foi um grande exemplo de MULHER, MÉDICA,
DOUTORA, CIENTISTA, HUMANISTA, MÃE, VEREADORA.....Depois de se aposentar, com
quase 70 anos, foi a primeira vereadora eleita no Rio Grande do Sul, pelo
Partido Libertador...
Era monarquista e adora o Imperador, como me confessou sua neta Maria Antonieta,
que também era ferrenha simpatizante da Monarquia no Brasil. Rita era
monarquista e adorava o Imperador, me contou em Rio Pardo onde morava, Maria
Antonieta, sua neta, antes de falecer.... "Mas enquanto a monarquia não voltava,
dizia Rita, ficava com o Partido Libertador".
Em 1967, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos editou selo comemorativo
em homenagem ao centenário do nascimento da Primeira Médica Diplomada no Brasil
pela Faculdade de Medicina da Bahia, Dra. RITA LOBATO VELHO LOPES.
Primeira Médica Diplomada
no Brasil
Primeira Doutora do Brasil
Segunda Médica da América do Sul
Primeira Vereadora do Rio Grande do Sul
por
nádia raupp
meucci
bibliotecária / editora independente / fotógrafa
pesquisa, textos e fotos
8 março 2000 - 1ª edição do site
8 março 2009 - 2ª edição do site
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Referência bibliográfica:
Silva, Dr. Alberto. A Primeira Médica do
Brasil. Rio de Janeiro, Irmãos, Pongetti Editores, 1954. 255p.
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Fontes:
- pesquisa e registro documental fotográfico
realizado por Nádia Raupp Meucci no Memorial Faculdade de Medicina da Bahia;
- histórias de família e de familiares;
- livro que reconstrói a biografia da médica gaúcha, sua vida e obra, pesquisado
e escrito pelo Dr. Alberto Silva, médico e historiador baiano, membro da
Universidade da Bahia, da Academia de Letras da Bahia, do Instituto Histórico da
Bahia, do Instituto Baiano da História da Medicina, do Centro de Estudos
Baianos, da Associação Paulista de História da Medicina, do Instituto Brasileiro
de História da Medicina, do Instituto Genealógico da Bahia, do Centro de Estudos
Etnográficos da Bahia, do Círculo de Estudos Hispânicos da Bahia. O Dr. Alberto
Silva veio ao Rio Grande do Sul na década de 1950 e aqui permaneceu por meses
entrevistando e convivendo com RITA LOBATO, a fim de poder traçar sua trajetória
e registrá-la em livro.
no
DIA INTERNACIONAL DA
MULHER
em homenagem à
RITA LOBATO
2000 e 2009
ver também:
TERREIRO
DE JESUS e CENTRO HISTÓRICO
Reproduções do
Livro
do Dr. Alberto Silva
declaração de Marco Antonio Velho Pereira
mais fotografias de SALVADOR
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1ª / 2ª edições do site RITA LOBATO - 2000 / 2009
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